3- Museu de Ciências da Terra

Endereço: Av. Pasteur, 404, 2º Andar - Urca, RJ
Aluno: Pedro Vinicius Vialle do Amaral
O Museu das Ciências da Terra é uma instituição que estuda e abriga exemplares que fazem parte da história geológica, geográfica e geofísica do planeta. Estão em exposição fósseis de diferentes animais, exemplares dos mais diversos minerais e aparatos de pesquisa históricos da área de mineralogia e paleontologia.
O prédio, construído no início do século vinte, no estilo neoclássico, para abrigar uma exposição da comemoração do Centenário da Abertura dos Portos no Brasil, pouco tempo depois passou a abrigar o na época chamado de Serviço Geológico, com o objetivo de estudar, catalogar e organizar a produção mineralógica do país.  Somente em 1922 passou a ser chamado de Museu das Ciências da Terra. O Museu conta com mais de cem mil objetos e espécimes fossilizados em seu acervo, além de uma biblioteca infantil. O Museu também é tombado, fazendo parte do patrimônio municipal da cidade do Rio de Janeiro.
Eu gosto muito deste Museu. Desde criança, eu sempre quis trabalhar com a História do mundo, sendo professor ou pesquisador. Então, passar algumas horas em meio a fósseis e objetos de pesquisa antigos tem sido meu passatempo favorito nas (poucas) horas vagas que eu tenho.
O fato do Museu contar com espaços voltados ao público infantil é interessante. Tantos museus tradicionais são ambientes tão inóspitos a esse público e ver um museu dessa categoria ser aberto a esse público é um sinal de mudança na postura dos museus. Um dos poucos aspectos negativos é o prédio e algumas partes expositivas (como o lugar onde os exemplares minerais ficam) não apresentarem boas condições de conservação.

Referências Bibliográficas:
Considerações do grupo:
Débora: Comecei a frequentar o Museu de Ciências da Terra quando entrei para a Unirio no ano passado. A primeira informação que me interessou na pesquisa foi o prédio ser tombado como patrimônio municipal. Com a pesquisa foi possível entender sobre a história do Museu e reafirmar sua importância para a educação, principalmente a infantil. Após a pesquisa consegui compreender a importância desse Museu e prédio para a formação dos cariocas em formação.
Gabriella: É interessante ver como um museu pode alimentar  sonho de uma criança, desde pequeno Pedro quis trabalhar com as ciências do mundo e o museu alimentava essa essa vontade através de políticas educativas para o público infantil, eu já fui a esse museu a trabalho e achei super interessante a forma com que eles filtram a informação e assam para o público na visita guiada.
Isabel: Não fui ainda ao museu, porém, acho que sua importância é essencial para a formação das crianças, lembro-me de um professor de ciência no ensino fundamental falando dele e usando-o para ilustrar suas aulas e foi importante para minha formação mesmo não sei bem uma área que eu goste muito. Fiquei chateada pelo fato de saber que a conservação dos objetos expostos no museu não está em perfeitas condições.
Isabela: Soube da existência desse museu quando fiz minha matrícula na UNIRIO, e fiquei encantada pelas colunas e fachada. No período passado, durante o intervalo de uma de nossas aulas, eu, Rayssa e Pedro visitamos o espaço, descobrimos o quão diversificado o acervo é. Algo que me desaponta no local, é a falta de cuidado com as pedras e com os fósseis, alguns apresentam até mesmo teia de aranha. Ainda sim se mostrado um lugar de extrema importância para pesquisas científicas.
Júlia: O Museu de Ciências da Terra (MCTer, minimizado), foi um dos primeiros lugares que quis visitar quando passei para UNIRIO. Soube de sua existência através de uma rede social e logo tive vontade de visitar, pois as geociências são uma área de conhecimento que me interesso bastante. Assim que fiz minha matrícula na UNIRIO, fui visitá-lo e fiquei apaixonada pelo acervo e atividades que ofereciam às crianças. Quando  entrei no meu projeto de extensão, passei a frequentá-lo mais vezes, pois fazemos atividades de divulgação científica às escolas que os visitam, e fazemos performances de histórias, poemas e jogos que se comunicam com o acervo de geociências, e eu fico maravilhada o quanto o museu ajuda até as crianças da creche a compreenderem desde como um paleontólogo trabalha até como se forma um fóssil.
Larissa: Sempre soube da existência desse museu, mas só fui visitar pela primeira vez após entrar na UNIRIO. Desde então, sempre que é possível, eu e meus colegas de classe visitamos o acervo do museu, que é bem vasto. Entretanto, o cuidado com as peças é muito precário, o que é uma pena, pois os fósseis e minerais lá encontrados são muito importantes, não só para pesquisas e estudos, mas para a história do país.
Natália: Visitei o Museu após entrar para a UNIRIO e é interessante perceber como um local que visitei apenas por curiosidade é importante para outra pessoa. É um prédio bonito, seu espaço é grande assim como a sua coleção, mas, como foi apontado, possui grande deficiências, o que me deixou surpresa ao saber que é patrimônio tombado.
Nicole: Nunca visitei o Museu de Ciências da Terra e fiquei bem feliz de saber da preocupação que eles tem com o público infantil. A área de história natural não me chama muita atenção mas o trabalho me deu curiosidade de visitar e conhecer.
Rayssa: Nunca havia entrado nele antes de começar a estudar na UNIRIO. Fiquei triste ao ver o estado das coleções e a pouca divulgação de um espaço que realmente preocupa-se com atividades para o público infantil, fato mais visível na Semana dos Museus, no primeiro semestre deste ano. Agora, recomendo a visita a todos aqueles que pretendem dar um passeio na Urca.
Thiago: A fachada do prédio é muito bonita e fiquei muito tentado a entrar. Quando entrei a realidade veio a tona! Fiquei triste de ter visto que o local estava muito “jogado”. Eram documentos empilhados nos corredores, carpetes soltos e alguns enrolados de qualquer jeito no meio do corredor, fios soltos e à mostra… O acervo é muito interessante. Nunca havia visto uma enorme coleção de pedras. Foi um dos poucos espaços históricos que fui e tive vontade de não permanecer por muito tempo. O espaço merece receber mais atenção.

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